O TAPA

O TAPA...

O TAPA é um instrumento de manifestação do pensamento original independente. Um meio de comunicação que inspira o desenvolvimento de um intelecto pessoal, respeita a individualidade e a liberdade de expressão.

Pretende funcionar como a "Academia Olimpia" do mundo virtual, um espaço aberto para debates, exposição de idéias seja dos modos convecionais ou extraordinários, de acordo com a imaginação e o desejo de liberdade de cada um.

Se houvesse participações (fora a minha própria) este blog seria um organismo vivo.


Palavras se transformam em poesia, poesia em música, musica em dança, dança em arte, arte em filosofia filosofia em fotografia, fotografia em video, video em vida, vida em alma e assim nossa expressão. LIZ



quarta-feira, 29 de junho de 2011

Só ser só

Todo o conteúdo deste blog foi removido para seu locus regit actum: A Agonizante Condição do Ser Só

http://soserso.blogspot.com/

Em breve O TAPA retornará, com nova proposta mais adequada a seu propósito.

Liz Motta

quinta-feira, 28 de abril de 2011

antagonico



like life I'm as complex

reason why we don't get along

death is simple, humble,

peaceful wholesome


I'd rather two bird flying freely

than smudging one or two in my hands


"o carneiro sacrificado morre
o amor morre
só a arte não"

terça-feira, 15 de março de 2011

O pode te encontrar ao virar a esquina.

Futuro y Estrella

No fim d'um túnel
N'outro planeta
Sono profundo
Rabo de cometa

Embalo o presente
E durmo profundo
Sonho contente
Desembalo o devir

Onde fica a lua?
Qual estação?

É o adulto uma criança
grande ou não?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

DEVIR

Depois acordo de um desejado suicidio mau sucedido, nada me resta além da covardia de seguir a vida e mais uma vez tentar algo diferente. O que sempre fora uma mania, persistia.

Desembaralho o velho baralho e como uma cartomante que tira carta por carta, desfarelam-se mascara por mascaras. Envenenada por sobriedade procuro em todas elas uma face que não me seja estranha, uma sensação familiar, comforto. De tanto me descabelar, colocar livros nas prateleiras e tirar, derrepente desço do vácuo e conforme a lei da gravidade caio, eternamente.

Vim me confessar. Quem poderá querer me julgar? ou quem poderá me ajudar? Não sei quem sou, isso te espanta? Não sei o que quero. Quero tudo e nada ao mesmo tempo. Quero não querer. Na verdade não quero nada.

Buscava um pai desconhecido, ser aceita, ser normal, ser outra, ser eu mesma, ser boa, ser um ser, ser luz, ser Ghandi, ser Jesus. Busquei o inicio, mas nunca fui eficiente alcançar tão longinqua memória. Para quem viveu muitas vidas, recordar é dificil, uma vida de cada vez, uma vida de cada dia, dia após dia da vida, dessa e de outras mais. Troco de peles e preços e não tenho convicção, recuso a entender como alguem pode ter, sem ignorante ser, ou mesmo porque é ruim ser considerado ignorante, não devia este ser um elogio?

Lá vai o ignorante em direção a fogueira, de minha torre de conhecimentos comfortavelmente engordo enquanto assisto o circo pegar fogo, sem nem me preocupar em chamuscar as pestanas, sou gelado.

Me pergunto se é quimica ou enconsto, responsaveis por essa confusão, de contruir descontruindo e vice-versa, tentando solucionar o impossivel. RAZÃO.